"SEGUE A JUSTIÇA, A  FÉ, O AMOR
E A PAZ COM OS
DE CORAÇÃO PURO."
(II Timóteo 2:22)
 

 

 

As injustiças não reparadas são uma das causas mais freqüentes de conversão. Buscamos a justiça de Deus para resistir ao mundo e nos tornarmos MAIS QUE VENCEDORES. Multidões estão chegando ao Corpo de Cristo movidas pelos testemunhos de conquistas adquiridas através da fé. Vendo essas graças adquirimos a certeza de que é na nossa fraqueza que o PODER DE DEUS se manifesta plenamente, quando entregamos a Ele as nossas CAUSAS IMPOSSÍVEIS.

"O Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão. Todos os do teu povo serão JUSTOS, para sempre herdarão a terra; (...) O menor virá a ser mil e o mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, a seu tempo farei isto prontamente. O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas, curar, dar libertação, apregoar o DIA DA VINGANÇA DO NOSSO DEUS e por sobre os que estão de luto uma coroa, óleo de alegria e veste de louvor, a fim de que se chamem CARVALHOS DE JUSTIÇA. Em lugar da vergonha tereis dupla honra, exultareis na vossa herança; possuireis o dobro e tereis perpétua alegria.
(Isaías 60:19-22 e 61:1-3,7)

Este texto de Isaías é profético. Refere-se à vinda de Jesus Cristo. O ministério de Jesus realizou todas as profecias e deu cumprimento a toda a Lei. Com o seu sacrifício na cruz o Senhor sofreu por nós todas as maldições da Lei e nos ofereceu esse mérito para que tenhamos direito a todas as promessas de Deus. Em troca ele exige apenas que confessemos nossos pecados, recebamos o batismo de arrependimento e nos submetamos a Ele como Senhor e Salvador das nossas vidas (um jugo suave e um fardo muito leve).

"O sangue de Jesus nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e JUSTO para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda INJUSTIÇA".
(I João 1:7-9)

O Sermão do Monte, onde Jesus fez a síntese do amor e da paz, leva muitos cristãos a crer que devemos viver em permanente renúncia e resignação, aceitando perdas e não resistindo ao mal. Isso porque a JUSTIÇA sempre toma do condenado para compensar a vítima, o que parece sugerir que, ao perdoar para sermos perdoados, devemos suportar perdas e premiar nossos inimigos com a impunidade. Não é isso que Deus nos ordena. E Paulo esclareceu bem essa questão mostrando que o nosso perdão não imobiliza a JUSTIÇA DE DEUS. Pelo contrário, quando perdoamos nós concedemos a Deus toda a liberdade para por em ação a perfeita justiça: A JUSTIÇA DE DEUS.

"Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens; não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à IRA (de Deus); porque está escrito: A mim pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor".
(Romanos 12:18-19)

"Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo".
(Hebreus 10:30-31)

Por isso, sem constrangimentos, o cristão procura e recebe o que lhe cabe por JUSTIÇA. O que distingue os FILHOS DE DEUS dos filhos do mundo é a serenidade e a paz com que eles requerem o que lhes é devido por DIREITO. Tudo quanto nos foi prometido por Deus é nosso. Recebamos, portanto, em sã consciência, pois Deus tem fundamento firme e permanente, com este selo: "O Senhor conhece os que lhe pertencem". E mais: "Aparte-se da INJUSTIÇA todo aquele que professa o nome do Senhor".  (II Tm 2:19).

"Assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam sem que reguem a terra, a fecundem e a façam brotar para dar semente ao SEMEADOR e pão ao que come, assim também será a PALAVRA QUE SAIR DA MINHA BOCA: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei".
(Isaías 55:10-11)

Corrente da Verdade

Rádio Iceunet.Org
Rádio Iceunet.Org
 

 

     Pastor Luciano mqz - "O Bom Pastor"

      ICEU – Igreja Cristã Espiritualista Ubaldiana

      MISOM – Ministério Sacerdotal da Ordem de Melquizedeque (mqz).