"O QUE SEMEIA COM FARTURA COM ABUNDÂNCIA TAMBÉM CEIFARÁ"
(II Corintios 9:6).
 
"Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também".
(Lucas 6:38).
 

"NÃO SEI... SÓ SEI QUE FOI ASSIM!" O personagem "Chicó", da Obra "O Auto da Compadecida" (Ariano Suassuna), era um péssimo mentiroso. Ele contava as suas histórias sem nenhum cuidado com a lógica. Mas quando questionado para explicar o absurdo, ou o paradoxo do que contava, ele nem pensava; dava de ombros e dizia: "Não sei... Só sei que foi assim!" A economia de Deus é muito racional, porque sempre repete os mesmos resultados. É uma Lei. Mas não é lógica. Os seus mecanismos são paradoxais. Somente a fé e a experiência com Deus nos dá a certeza da verdade contida no inexplicável poder do Criador.

"Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam".
(Hebreus 11:1-2,6)
 

A prosperidade é a bênção mais desejada por todos. Mas os caminhos para alcança-la são os mais discutidos e rejeitados. Por isso a miséria se espalha pelo mundo, que é tão rico e tão farto. Poderíamos, portanto, viver em permanente abundância se tivéssemos fé. Somente a fé nos liberta da avareza e nos permite semear de modo abundante.  E somente semeando assim nós colhemos fartamente. É um paradoxo que somente pela fé podemos desafiar para ter a bênção da prosperidade.

Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça; enriquecendo-vos em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus".
(II Corintios 9:10-11).

 
 
O agricultor sabe que a colheita farta depende da quantidade e da qualidade das sementes postas na terra. Por isso ele separa uma boa quantidade daquilo que colheu de melhor qualidade  e devolve ao solo. No momento da semeadura parece que aquela riqueza é jogada fora. Pouco tempo depois se poderá ver que não. Brota uma nova plantação e a colheita futura se torna uma garantia visível e palpável. A nossa vida econômica tem mecanismo igual. Só recebemos o retorno daquilo que damos. Por isso a dádiva se converte em investimento e nos assegura o suprimento de toda e qualquer necessidade nossa.
 
"Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, NÃO COM TRISTEZA ou  por NECESSIDADE; porque Deus ama a quem dá com alegria".
(II Corintios 9:6-7).
 
 

Um grave erro que cometemos é achar que devemos ofertar na igreja quando ela estiver em lástima ou precisando muito. Nada disso. Quem supre a igreja é Deus. O que damos deve ser medido pelo que nos foi dado por Deus e pelo que desejamos receber dEle. Assim como o agricultor faz. Ele toma do melhor que colheu e semeia na quantidade exigida para a colheita que deseja ter no futuro. Importa pouco se a igreja não inspira piedade nem tem urgente necessidade. Nossas ofertas são assunto particular entre nós e Deus.

"Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o Senhor o abençoava. Enriqueceu-se o homem, prosperou, tornou-se riquíssimo; possuía ovelhas e bois e grande número de servos, de maneira que os Filisteus lhe tinham inveja".
(Gênesis 26:12-14).
 

Lendo o início deste Capítulo de Gênesis nós vemos Isaque entre os Filisteus, em tempo de seca e de fome. Queria ir para o Egito, que era próspero e farto, mas obedeceu a Deus e ficou ali. Como ele conseguiu esta proeza?
     
"NÃO SEI... SÓ SEI QUE FOI ASSIM!" 

 
 

 

 

 

 

     Pastor Luciano mqz - "O Bom Pastor"

      ICEU – Igreja Cristã Espiritualista Ubaldiana

      MISOM – Ministério Sacerdotal da Ordem de Melquizedeque (mqz).

      (Hebreus 5:5-6,10 e 7:11-19)


 

 

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